Curso superior: conheça a Fonoaudiologia

Bom dia, meninas e meninos que vez ou outra dão uma passadinha aqui. Vou falar, neste post, sobre um pouquinho do meu curso, a Fonoaudiologia. Vou falar bem pouquinho mesmo, pois é uma área vasta que engloba muitas atividades próprias da profissão do fonoaudiólogo, e, por ainda ser nova no curso, não tenho muito a dizer. Mas acompanhem, o pouquinho que vou falar já dará a vocês um gostinho. 

Já contei aqui para vocês que a fono não foi a minha primeira escolha, lembram? Pois então, logo depois de optar pela mudança de curso e iniciar as atividades no curso de fono, percebi que havia feito, sim, a melhor escolha em relação à minha graduação.




Bem, vamos falar então sobre esta profissão que tanto já me encanta. Em início, o fonoaudiólogo é um profissional da saúde apto a exercer sua função em hospitais, clínicas, meios de comunicação e escolas, também podendo trabalhar particularmente com profissionais da voz ou com alguém que precise de um acompanhamento fonoaudiológico mais intenso. Ao contrário do que se imagina, o fonoaudiólogo não trabalha apenas com a voz, ele também é responsável, basicamente, por trabalhar com a fala, com a audição, com a deglutição, com a linguagem, com a saúde coletiva e com a motricidade orofacial (em uma explicação superficial, movimentação dos músculos da face, laringe e cavidade bucal).

A Fonoaudiologia é uma profissão linda, mas ainda pouco valorizada. Porém, já mais buscada que há alguns anos atrás.

Tudo tem o seu lado bom e o seu lado ruim. O lado bom da Fonoaudiologia é lidar com pacientes que apresentam boa evolução durante tratamentos ou posteriormente a cirurgias, à implantação de implantes, próteses e afins. É muito gratificante, não vejo a hora de atuar. Porém, há o lado triste. O fonoaudiólogo, por lidar também com pacientes em estado degenerativo que apresentem complicações de cunho fonoaudiológicos ou com bebês prematuros está sujeito a perder um paciente com quem já havia estabelecido uma ligação emocional, por isso mesmo é importante para qualquer profissional da saúde que faça acompanhamento psicológico.

Toda profissão tem o seu lado bom e o seu lado ruim, infelizmente. Optar por fazer fono não é qualquer coisa. Durante o curso, por exemplo, o estudante tem de trabalhar com o estudo de cadáveres humanos, o que não é agradável, porém necessário. Além disso, em algumas universidades, o ciclo básico é um pouco massante e, neste período, muitos estudantes desistem da profissão. Temos de cursar disciplinas muito específicas da área da Biologia, como Citologia, Histologia, Genética, Embriologia, Patologia e muitas outras, além da Física, disciplina da área de Ciências Exatas. Ah! Disciplinas da área de Letras e Linguagens também são indispensáveis. É um pouquinho de cada coisa, por isso se torna bastante cansativo. A boa notícia é que não precisamos trabalhar com estudo de animais vivos (nem mortos, diga-se de passagem), como camundongos, o que me deixou bastante aliviada, jamais teria coragem, sabem o quanto sou apaixonada pela criação. 

O ciclo básico, geralmente, engloba os três primeiros períodos, depois você faz coisas específicas da fono, o que deixa a trajetória acadêmica mais importante. 

Enfim, moçada. Espero que tenham gostado e entendido um pouquinho mais sobre a Fonoaudiologia, a profissão que eu escolhi para mim e tenho lutado para isto. É muito difícil, mas a partir do momento em que você gosta do que será, vale a pena. 

Fiquem com esse vídeo, que já me fez chorar muito: 


Continuem acompanhando o blog. Logo logo tem posts muuuuito bacanas, que com certeza vocês vão amar!